Educação reforça importância do ensino profissional e tecnológico

Publicado em 18 de janeiro de 2019

Professora Mara Lima: “vamos oferecer um ensino profissional com mais qualidade”.
Foto: Mardilson Gomes

Desde a reforma administrativa proposta pelo governador Gladson Cameli e aprovada no final do ano passado pela Assembleia Legislativa (Aleac), uma série de dúvidas pairavam sobre a continuação das ações do antigo Instituto Dom Moacyr (IDM), então responsável pelos cursos profissionalizantes.

A diretora do Departamento de Ensino Profissional da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (SEE), professora Mara Lima Bezerra, explicou que nenhum curso, nenhum programa ou projeto terá prejuízos e os cursos oferecidos à comunidade continuarão sendo ofertados. Ela defende, inclusive, que a educação profissional deve mesmo ser gerenciada pelo Estado, exatamente por estar mais próxima da educação básica.

“Com a reforma do ensino médio, as ações se juntam e, portanto, as atribuições do Departamento não terão nenhum prejuízo, pois temos condições de continuar fazendo o mesmo trabalho e talvez até com mais qualidade. Como servidora e como defensora da educação profissional eu não vejo prejuízo”, fez questão de dizer.

Quanto aos cursos que estão sendo ofertados, destacou que “continuarão da mesma forma”. Isto porque, segundo ela, em relação aos cursos oferecidos pelo Pronatec, ligados ao Ministério da Educação (MEC), a SEE tanto pode ser a demandante como também a própria executora. “A gente só precisa fazer os trâmites legais para sair do CNPJ do IDM para que o recurso venha para a própria Secretaria”, explicou.

Ainda de acordo com Mara Lima, atualmente, há oito cursos em andamento e cujas aulas já foram retomadas, exceto na zona rural de difícil acesso. Os cursos que já foram pactuados são de piscicultura e de computação gráfica, onde as aulas acontecerão em Rio Branco e em Cruzeiro do Sul e também na Usina de Artes João Donato na área da cultura.

Os novos cursos estão com o início das aulas previsto para o dia 16 de março. “Esse é o cronograma do MEC que a gente segue, então as pessoas não precisam se preocupar, a gente só está mudando a nomenclatura, pois o IDM, embora tivesse autonomia administrativa e financeira, era vinculado à Secretaria de Educação”, afirmou.

 



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